Tigre Azul is Love
pensei numa elipse, do um para o fim, mas uma elipse imperfeita. Depois recordei-me das dificuldades que tive em In Absentia. Estavatudo lá tudo igual. O plano foi delineado imediatamente e estou agora a escrevê-lo para não me esquecer.
Há uma onda inicial que ainda é a verdadeira e disto não se pode squecer. Baralhada e etc, ok, mas pelo menos por agora continua como um dogma.
Como não sou quem não sou: reiventar o meu próprio espanto através do niilismo, como sempre faço.
Outras considerações:
Não há qualquer problema em misturarem-se tempos até no mesmo parágrafo;
Não há qualquer problema em confundir-me porque sei que no final tudo vai acabar bem;
O problema também era com as ferramentas;
Deve-se afastar-se da ordem porque eu o sinto e porque até agora te dado sempre resultado e tem sempre tudo corrido bem. Tudo é conceptual e tudo é um arquétipo que pode ser salvo até ao último minuto, último segundo, portanto nada de pânicos;
Dar umas mexidas;
Não fazer uma ordem pré-estabelecida: esta não é uma repetição de um ponto acima.
Quero que o presente não exista e haja sempre uma tensão dialética (obrigado Fausto de Quadros, meu cabrão) entre passado e futuro;
Por agora é tudo; vi a apresentadora do disney kids a um metro de mim, na casa de banho dos armazéns do chiado, em soutien preto e calças de ganga justas. Este tigre azul que sempre tinha dito que não era nada de especial quis devorá-la até transcender o cosmos.
miúda estupenda.
Tigre Azul is Love.
4 comments so far
Deixar uma resposta
O Tigre Azul a viu, mas foi a cobra quem levantou?
sei…o tigre azul que redefine o cosmos, que transcende a própria transcendência, vê o disney kids.
masdarniak n’taukron draunath.
Mamilos.